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Assédio moral nas empresas

Assédio moral é sério, grave e deve ser discutido. Nas organizações, o assédio moral não está restrito a uma classe social específica, mas os estudos indicam que as mulheres são as que mais sofrem este tipo de injustiça. Na França, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 70% das vítimas de assédio moral são mulheres.


Então aqui já temos dois problemas, primeiro, a discussão das relações de igualdade nas empresas e, em segundo lugar, a participação da mulher no mercado.

 

 

Mas, e o que é assédio moral?


O direito do trabalho entende que é o tratamento diferenciado que se presta a trabalhadores e trabalhadoras, fazendo com que sejam expostos a situações humilhantes e constrangedoras perante colegas e clientes. Para ser constituído assédio moral, este comportamento deve ser identificado por um período prologando e assinalado repetidas vezes no exercício da função durante a jornada laboral. O relato mais frequente deste tipo de assédio ocorre quando há uma relação de subordinação entre chefe e empregado. Os supervisores, gerentes, diretores, ou qualquer um que receba uma função hierárquica superior utilizam-se deste poder de forma arbitrária, submetendo aqueles que exercem um cargo inferior a situações vexatórias.


É importante dizer que este tipo de prática é considerado uma violência psicológica e pode gerar uma série de danos às vítimas tais como isolamento social, início do uso de drogas e álcool, afastamento da família além de problemas sérios de saúde que vão desde adoecimento físico até ocorrência de depressões graves, inclusive havendo registros de suicídio.


O fato de ser mais frequente em mulheres se dá pelo fato delas ocuparem menos posições de chefia, terem que se ausentar da empresa no período da gravidez e do parto e estarem associadas à fragilidade física. O agressor geralmente tenta constranger a vítima apontando erros publicamente, não permitindo que a pessoa se expresse para explicar algum problema e ainda ridicularizando, inferiorizando e intimidando.


Estudos indicam que quase 30% dos casos de assédio moral nos empregados lotados em área de gestão, contabilidade e funções administrativas. Este é um dado relevante e merece ser levado em conta para líderes e gestores sérios e comprometidos.


Realmente é um comportamento que deve ser abolido das empresas e precisa ser denunciado. Os profissionais que são vítimas não devem aceitar ter a moral atingida no ambiente de trabalho, nem de brincadeira. Qualquer dúvida, é importante buscar ajuda com advogados, psicólogos, assistentes sociais e órgãos de prevenção de violência nas organizações. Este é um assunto importante e a vigilância deve ser realizada por cada um de nós.

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